Antes da Track, existiam quatro amigos. Ou melhor: quatro personalidades bem diferentes que, provavelmente, nunca teriam se cruzado se não fosse pela corrida.
Mas a corrida tratou de aproximar todo mundo. Ainda bem. Vieram os treinos na Lagoa Seca, em Belo Horizonte, e os paces começaram a encaixar. Nem sempre, porque sempre tem alguém que fica um pouco para trás. Mas faz parte. O importante é que a turma se encontrava.
Os objetivos foram batendo, o grupo crescendo e o pelotão se formando. Os quatro e mais algumas pessoas que chegaram pelo caminho. Até aí, tudo corria bem. Literalmente.
Foi vivendo essa rotina que eles perceberam uma coisa: repor eletrólitos ainda dava mais trabalho do que precisava. E, convenhamos, ninguém queria mais uma tarefa no meio da corrida.
A garrafa é peso morto no colete. O sachê em pó pede água, recipiente e tempo de mistura, três coisas que você não tem no meio de uma prova. E sal com água, no improviso, nunca acerta a dose.
Foi daí que veio a Track: uma reposição líquida, compacta e pronta para usar. Uma solução para acompanhar o corredor sem interromper a corrida, mas fazendo parte dela.
O que começou entre quatro amigos virou uma nova forma de pensar os eletrólitos durante treinos e provas.
Track, Tap and Go!
Feito para o movimento.